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domingo, 27 de agosto de 2017

Libélula



Libélula representa inseto pertencente à ordem Odonata. Possui asas posteriores e anteriores. É caracterizada por ter grandes olhos diferenciados, asas e corpo alongado. Libélulas possuem seis pernas (como qualquer outro inseto), mas a maioria delas não consegue andar com qualidade. São consideradas como uma das espécies de insetos mais rápidas do mundo.
Inseto da ordem dos odonatos, (foto) de corpo estreito, com dois pares de azas membranosas muito transparentes, e com larvas, carnívoras e voracíssimas que se desenvolvem nas águas correntes, nas estagnadas, ou mesmo no interior de plantas bromeliáceas.

UM INSETO DE CORRIDA VOLATIL.
Por mais incrível que pareça, a libélula australiana pode atingir a velocidade de até 50/km. Quero ver quem consegue pegá-la!

Ela adora fazer gracinhas tocando indefinidamente com o bumbum na superfície da água; talvez seja por isto que este inseto seja popularmente conhecido por: (lava-bunda).

Lagartixa



Muitas pessoas acham esse réptil nojento, mas eu gosto delas. Elas comem insetos, consequentemente, promovem equilíbrio na natureza. Além disso, são acrobatas e fazem shows a noite. Já vi tantos tipos de tantas cores... e até umas albinas. O tempo de vida delas é de aproximadamente 8 anos. 
Designação comum a varias espécies de repteis lacertílios, de pequeno porte com dedos providos de lâminas transversais adesivas que lhes permitem subir em paredes lisas, pedreiras ou troncos escorregadios. Cerca de 15 espécies ocorrem no Brasil. 
Elas vivem perto do homem dentro das casas e se alimentam de mosquitos, baratas, grilos, aranhas, pulgas, gafanhotos, formigas e besouros, e estão ameaçadas de extinção.
O desaparecimento delas talvez causasse uma superpopulação de mosquitos, moscas e outros insetos que infernizam nossa vida, mas que fazem parte do cardápio das lagartixas,. “Mas seriam alterações ambientais localizadas e passageiras’, afirma o biólogo Husam Zaher, do Museu de Zoologia da USP.
Mesmo os animais que parecem insignificantes ou repugnantes para algumas pessoas têm sua importância, pois fazem parte de uma complexa cadeia alimentar. 
Estes animais aí citados (entre outros) desenvolveram um convívio tão intimo com o homem que transformaram em verdadeiras pragas urbanas, “Eles desempenham uma ferrenha competição com os humanos ao utilizar os mesmos alimentos e até nossos detritos”. Afirma o biólogo – (Yuri Vasconcelos).
As lagartixas (ou aranha) e a ousadia- elas são uns bichinhos tão feios, mas pela sua ousadia elas estão nos palácios. E nós devemos aprender com elas a coragem. Perder a timidez que às vezes nos atrapalha. Bom, era só isso mesmo que eu queria falar. Não é muito, mas também não é pouco não. Dá pra pensar um pouco.
"Estas quatro coisas são das menores da terra, porém bem providas de sabedoria: As formigas não são um povo forte; todavia no verão preparam a sua comida. 
Os coelhos são um povo débil e, contudo, põem a sua casa na rocha; Os gafanhotos não têm rei; e, contudo todos saem, e em bandos se repartem. 
A aranha se pendura com as mãos, e está nos palácios dos reis." (Pv. 30:24-28).

Lagarta-Mede Palmo


As lagartas precisam - comer... comer... comer. A maioria destes exemplares são antropóides 100% vegetarianos que se alimentam de plantas especifica como: folha da soja, do milho, da couve-flor do repolho, do coqueiro-comum e de outras cultivares.

TRANSMUTAÇÃO; O QUE?
Na folha do coqueiro, uma lagarta balançava-se ao sopro do vento. Era de se pensar que fosse feliz. Contudo, vivia triste.
Dentro de seu casulo só havia solidão. Ela queria liberdade. Desejava voar pelo bosque, respirar ares novos.
Nisso passou por ali uma linda borboleta azul. Fazia graciosas e rápidas evoluções, de modo a causar inveja à lagarta, que, amargurada, resmungou: “Ah! Se eu pudesse ser uma borboleta!”
A borboleta ouviu e lhe disse: “Minha amiga, você pode ser uma borboleta. Mas, para isso, precisa morrer”.
“Morrer, não! Tenho muito medo”, respondeu a lagarta. A borboleta confirmou mais uma vez: “Sim, minha amiga, para ser uma borboleta, você precisa morrer como lagarta”.
A lagarta entendeu. Passou por um breve sono, transformou-se em uma linda borboleta e saiu voando pelo bosque.

Lesma



Mais que “divagarinho” ela é também uma molenga de ver. E é obvio que em uma corrida de bichos, a lesma chegaria sempre em ultimo lugar. Ela contrai todos os músculos do corpo para se mover e se desloca a 9, 9/metros por hora. Vive em lugares úmidos, e alimenta-se exclusivamente de herbáceos e outros vegetais.
Como recordista em lentidão, ela segue adiante. E não abre mão de suas prerrogativas e teorias: “Afinal, pra que pressa se o mundo não acaba hoje”! Pra que tanta lida pra tão pouca vida? “Se apresse quem quiser; mas, no entanto: eu não troco a minha excentricidade por nada deste mundo”.
A bíblia relata que quando Noé terminou a construção da arca, Deus lhe falou: nestes termos, “embarque sua família na arca. Recolha também um macho e uma fêmea de cada animal” e Noé obedeceu (Gn-7, 1-3).
Conta-nos uma lenda nômade, que no dia em que o velho Noé começou a recolher na arca os animais, já fazia uns 5 anos que a lesma fazia por escalar por uma das paredes da arca a fim de alcançar a soleira da porta da embarcação e ali pudesse permanecer e tomar o seu lugar.
Mais do que devagar quando ela levou uma das suas garras para firmar-se ao batente da porta, infelizmente, o inesperado aconteceu; ela desequilibrou-se vindo a baixo, lhe causando um enorme desserviço, e indignada desabafou: “maldita seja a pressa”. 
Mas, no entanto diz à falácia que a mãe natureza compadecida em ver a tamanha e a excêntrica vagareza deste animal, deu lhe uma segunda chance de embarcar na arca; pois ainda restavam diz a lenda, outros 10 anos para que os outros animais também se precavessem e se alojassem na arca.
Milênios já se passaram com a lesma na história e ela como sempre continua; devagarinho, tranqüila, sem pressa, sossegada, e apostando em suas limitações e, preferem viver em ambientes com taxa / 0  de Banda-larga 

Leviatã



Diz-se de, ou espécime dos gavialídeos, família monoespecífica de crocodilianos que compreende o gavial. São da ordem dos reptis hidrosauros de grande porte, dotados de pulmões, e que habitam rios, estuários e nadam até o mar. Inclui os aligatorídeos, os gavialídeos e o jacaré-Junior que ocorre nas Américas.
Numa análise anterior vimos que o Beemote ou Behemoth, (Hipopótamo) criatura mencionada em (Jó 40-15, 24), era um dinossauro Diplodócido (Hipopótamo) Porém, esse não é o único animal "fantástico" mencionado nesse Livro. Há outra criatura, muito mais insólita, que aparece no contexto bíblico; e que de fato também existiu. Trata-se do leviatã.

QUEM É O LEVIATÃ?
Assim como a questão do Behemoth e do 4º animal que aparece representado na visão do Profeta Daniel, muita especulação houve em torno do que seria o Monstro Leviatã. Uns alegam que o mesmo seria uma "versão hebraica" de uma divindade da Babilônia, ou seja, um ser mítico. Outros afirmam que ele seria um dinossauro. Outros, um crocodilo. Ou até mesmo um dragão. Mas é claro, a resposta é apenas uma. O que, afinal, foi o Leviatã?
O Livro de Jó, capítulos (40 e 41), aponta a imagem mais impressionante do Leviatã, descrevendo-o como o maior (ou o mais poderoso) dos monstros aquáticos.
Veja-se, que no diálogo entre Deus e Jó, o primeiro procede a uma série de indagações que revelam as características doesse monstro, tais como "ninguém é bastante ousado para provocá-lo" ou “Quando se levanta” tremem as ondas do mar, as vagas do mar se afastam. Se uma espada o toca, ela não resiste; nem a lança, nem a azagaia, nem o dardo. 
O ferro é para ele metal maleável, o bronze madeira podre; seus espirros lançam faíscas, de sua boca irrompem tochas acesas, das suas narinas jorram fumaça; seu bafo queima como fogo; na terra ninguém se iguala a ele, pois foi criado para não ter medo; ele se confronta com os seres mais altivos, e é o rei das feras soberbas (Jó-41, 1-25). 
Não obstante diferentes interpretações, o Leviatã (do Livro de Jó), não é um dinossauro; ele aparece na Bíblia sob a forma de um dos maiores animais aquáticos.

Louva deus



Não totalmente de hábitos vegetarianos, o louva-a-deus é um gafanhoto-mor rapace. Realiza a postura em grandes ootecas. Suas patas dianteiras bifurcadas, em forma de turquesas, são armas terríveis e raptoriais. Os machos menores passam por excedentes e são logo descartados e devorados pela fêmea depois da cúpula.
A origem do seu nome popular talvez seja pelo seu porte quando pousado, lembra uma pessoa ajoelhada em oração. Podemos ver esse beato vegetariano colocar se em pé e, juntar as “mãozinhas” como se estivesse a benzer-se ou a agradecer à mãe natureza que um dia o criou. Ele pertence à ordem biológica Matonea, e pode ser encontrado nos jardins das casas, em campos e matas.
O formato da cabeça, quase que triangular, também é um dos diferenciais. Há no planeta aproximadamente 2.400 espécies diferentes de louva-a-deus. A maioria dessas espécies sobrevive em ambientes de clima tropical ou subtropical.
O comprimento de um louva-a-deus é de aproximadamente 5/cm. Também possuem longas antenas. Os predadores do louva-a-deus são animais como pássaros e morcegos.
A capacidade de boa visão também é uma das qualidades. Se mantido em cativeiro, só consegue ficar vivo se receber alimentação viva.
As substâncias presentes no organismo de presas quando vivas são primordiais para o inseto. Nem todas as espécies possuem asas, mas as que as têm garantem agilidade na caça e para fugir de seus predadores.
Quanto à alimentação, os louva-a-deus são carnívoros. Eles são predadores principalmente de outros insetos, como moscas, libélulas e borboletas. No momento da caça, ele tem uma grande vantagem, que é a capacidade de se camuflar em meio à vegetação, por conta de sua cor esverdeada, estratégia conhecida como mimetismo. Não se trata de um inseto venenoso.
Porém, suas pernas dianteiras acabam funcionando como garras para capturar a presa. A eficiência do bichinho para caçar é tão grande que, em alguns casos, ele é utilizado para substituir os pesticidas, para controlar as pragas, como em jardins. Ele também é muito voraz e ágil nos voos que executa.
O período de acasalamento dos louva-a-deus acontece no outono. 
A fêmea tem o costume de matar e comer o macho durante e depois do ato de acasalamento. Ainda durante, a cabeça do macho é arrancada pela parceira. Mas a decapitação não é exatamente um problema para o macho. Isso porque a cabeça do louva-a-deus não é responsável por todas as funções vitais do organismo. 
Na verdade, ela serve apenas para coordenar o funcionamento do olfato e da visão. No mais, as outras funções do inseto são comandadas pelos chamados gânglios abdominais.

Essa ‘refeição’ inusitada precisa acontecer para que ela receba os nutrientes necessários para a fabricação de seus ovos. 
Depois disso, ela pode botar de 10 até centenas de ovinhos, dentro de uma cápsula, depositados no chão, ou enrolados numa folha. Os bichinhos que saem dessa cápsula são chamados de ninfas, e logo já vão correndo, assim que nascem, já fugindo de ataques de eventuais predadores, como as formigas. Pelo fato de já nascer com muita fome, é provável que a ninfa se alimente inclusive dos próprios irmãos, gerando atos de canibalismo, típicos na espécie. 

Minhoca-Africana




A fofar a terra e atrair peixes para o anzol, você deve ter pensado. Certo. E errado também. Algumas, é verdade, são tão úteis ao solo que são chamadas de arado natural. Outras, contudo, têm feito um estrago medonho em florestas dos EUA, alimentando-se de folhas e húmus que protegem o solo.
Desde que as minhocas – esses vermes anelídeos, de corpo segmentado, parentes da sanguessuga – deram sinal de vida na face da Terra, cerca de 500 milhões de anos atrás, elas têm tido quase tantas utilidades quanto o número de suas espécies: são cerca de 4 500 classificadas até agora. As minhocas variam muito de tamanho. Na Austrália, aMegascolides australis chega a 2 metros de comprimento e faz tanto barulho que pode ser ouvida da superfície ao cavoucar túneis. Algumas não se limitam a cavar na terra. A minhoca da espécie Lúbricos terrestre, oriunda da Europa, é capaz de fazer furos em concreto, o que provoca estragos em barragens e diques.
Com minhoca se fabricam cosméticos e até drogas para a cura do câncer. E, para os menos enojados, elas têm comparecido em cardápios da China ao Pará, passando pela França. “Uma receita à base de minhoca foi vencedora num concurso de culinária em Lyon, cujo tema era o de achar formas criativas de substituir a carne de gado”, diz Maria Isabel Levit, criadora de minhocas em São Roque, interior de São Paulo.

VERME MULTIUSO
A minhoca ajuda o homem em diversas áreas. Confira algumas delas: AGRICULTURA.

Minhocas ajudam a decompor material orgânico, digerindo-o e transformando-o em nutrientes, que são repostos no solo. As minhocas do subsolo cavam túneis e, assim, criam passagens na terra para o ar, para a água e para as raízes das pelantas. Tal coisa já era conhecida no Egito antigo. A rainha Cleópatra e seus contemporâneos a chamavam de animal sagrado, por dar fertilidade às margens do rio Nilo. 

Maçarico



Maçarico é o nome popular que denomina várias aves que pertencem a família Scolopacidae. Existem várias espécies desta família, sendo as principais: Maçarico-de-costa-branca, Maçarico-de-bico-direito, Maçarico-de-bico-fino, Maçarico-real, Maçarico-do-campo, Maçarico-de-asa-branca e Maçarico-pernilongo. Uma das espécies que corre maior risco de extinção é o maçarico-de-bico-fino (Numerius teruirostris). Estudos mostram que existem apenas 50 aves desta espécie em liberdade na natureza, sendo que nos últimos anos apenas três registros visuais foram confirmados.
De médio porte, a espécie pode chegar a 41 cm de comprimento e 88 cm de envergadura de asas. Medianamente pernalta estas aves tem os pés palmados e por isso não correm o risco afundar-se na lama. Um detalhe: sua dieta é composta de pequenos invertebrados, que ela consegue apanhar com o bico em zonas lamacentas. Maçarico é uma ave muito importante no ecossistema em que vive, e a preservação de sua espécie é crucial. Seus hábitos alimentares influenciam diretamente outros animais de sua cadeia alimentar.
Outra característica muito importante da ave é sua capacidade de disseminar diferentes espécies de plantas por vários continentes, devido o fato de percorrer grandes distâncias e carregar sementes em suas fezes. É, independente das espécies e ambiguações, o maçarico é muito mais importante e interessante do que muita gente imagina. E vamos que vamos preservar as espécies de aves brasileiras, a começar pelo maçarico-de-bico-fino.

Maguari




Cicônia maguari - Também conhecido como joão-grande, o maguari é uma ave de grande porte da família das cegonhas. Pode atingir até 1/40 metro de altura, dois metros de envergadura e pesar até 4/50 quilos. A plumagem é predominantemente branca, com exceção das pontas das asas e da cauda, que são negras. O longo bico é acinzentado, as pernas são muito compridas e avermelhadas, os olhos são claros e envoltos por pele nua e alaranjada.
Típico da América do Sul é encontrado no Brasil, na Argentina, no Uruguai e no Paraguai. O maguari está presente em quase todo o território brasileiro, com exceção da região nordeste e Amazônia.
Pernalta e de pés palmados, ele habita terrenos alagados e brejos, onde procura comida entre a vegetação densa. Alimenta-se de peixes, répteis, anfíbios, crustáceos e outros artrópodes. Tem hábitos diurnos e vive solitário ou aos casais.

Antes da reprodução, o casal realiza uma coreografia característica e batem os bicos. Nidifica em colônias, compostas de até 20 casais. O ninho é construído em ilhas flutuantes, brejos e sobre plantas aquáticas. A fêmea bota até quatro ovos que são incubados por até 32 dias. Os filhotes nascem brancos, mas depois apresentam plumagem negra na fase juvenil, tornando-se brancos novamente quando adultos. Não chega a ser uma espécie ameaçada de extinção; mas sofre com a perda de habitat para a agricultura e pecuária e também com a caça. 

Marrecão



Ave ciconiforme, ardeídea que explora as costas marítimas e, principalmente, das águas interiores da América do Sul. Tem o dorso-cinzento; cabeça, crista, estria no meio da garganta, meio do peito e da barriga, com rêmiges, pretos, e o restante do abdômen branco.
O marrecão (Neta peposaca) é um grande marreco natural porção meriodinal e que é frequentemente alvo da ação de caçadores. Tais aves chegam a medir até 55/cm de comprimento, sendo que os machos dessa espécie possuem uma plumagem negra com dorso finamente estriado de branco, abdome vermiculado de cinza e branco, bico vermelho com carúncula na base e pernas vermelhas. Já as fêmeas, por sua vez, possuem o dorso pardo, o abdome branco e o bico cinzento. Também são chamados de marrecão-da-patagônia e pato-picazo. 

Mosquito Aedes AeGypti



Os mosquitos acham algumas pessoas mais saborosas que outras. Mas existe uma ideia de que as mulheres, pelo menos para os mosquitos, são o sexo mais doce, supostamente porque o estrogênio é um forte atraente.
Com toda certeza, um mosquito incomoda muita gente, especialmente se for o AEDES AEGYPTI, o transmissor da dengue. Tanto incomoda que, quando se fala em combater a doença, é ele o alvo.
No verão é preciso muito cuidado com o mosquito da dengue. Ele se prolifera muito mais rapidamente nessa época do ano por causa das chuvas mais constante, que formam poças, permitindo sua fácil reprodução. Por isso, é importante reconhecer esse inimigo da saúde da população, que tem características próprias. Observem quais são eles:

IDENTIFICANDO O INIMIGO.
Sua cor é escura, mas também apresenta listras brancas; e é menor que um pernilongo - ele adora picar as pessoas durante o dia – o mosquito se contamina ao picar uma pessoa doente, e transmite a doença ao picar outra pessoa – 99% dos contaminados têm febre alta – 60% dos que contraem dengues, sentem dor de cabeça – 50% sofrem com dor atrás dos olhos – Em 50% dos casos, há prostração e indisposição.
                                         
O VÍRUS DE DENGUE.
Lentamente a Europa e os Estados Unidos vão ficando mais alertados para o risco de uma epidemia de dengue e a importância da pesquisa nesta área.
Cientistas portugueses do Instituto de Medicina Molecular (IMM) investigam a reprodução do vírus de dengue, de modo a que seja possível criar um tratamento eficaz para as infecções, que já não estão confinadas às regiões tropicais.
O aquecimento global e uma maior movimentação de pessoas e bens, trouxeram os mosquitos transmissores até a Europa, estando reunidas as condições para um surto.
Embora este aumento do risco de surtos na Europa ou nos Estados Unidos tenha despertado algum interesse, os países do Hemisfério Norte têm dado pouca atenção à dengue e outras doenças tropicais  porque não são afetados diretamente até agora. Há pouco investimento na sua pesquisa. 
Lembrando que a DENGUE  mata. Previna-se. Vamos a luta. 
Um mosquito não é mais fortr do que um país inteiro 

O LEÃO E O MOSQUITO “BORRACHUDO”.
Certa vez um leão ficou com raiva de um mosquito-borrachudo que não parava de zumbir ao redor de sua cabeça, a sugar-lhe o sangue, mas o borrachudo não deu a mínima atenção.
Você está achando que vou ficar com medo de você só porque você pensa que é rei? E continuou a picar-lhe o focinho. Indignado, o leão procurou “se virar nos trinta”, mas, sem êxito, acabou tendo que se render.
Empolgado com o fato, o borrachudo foi embora zumbindo para contar para todo mundo que tinha vencido o leão, mas entrou direto numa teia de aranha. Ali o vencedor do rei dos animais encontrou seu triste fim, comido por uma aranha minúscula.

MORAL: Tamanho não é documento.

Agradecimentos

A edição de um Blog só se justifica se seu conteúdo interessa ao leitor, o qual prima por conhecimento de algo de seu interese ofereçend...