Seguidores

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Abetarda



[Zool.]- Abetarda é o nome genérico dado às aves da Ordem dos Gruiforme classificadas na família dos Otídeos. Este grupo é formado por 6 gêneros , com 25 espécies, que ocorrem na Europa, Ásia e África. Esta espécie é uma das mais belas aves que podem ser observadas nas planícies alentejanas. No entanto, os desafios à sua sobrevivência têm vindo a aumentar.
Em Portugal, a abetarda está classificada como espécie “em perigo”. As principais ameaças estão relacionadas com a alteração do uso do solo e agricultura intensiva, caça ilegal, colisão com linhas eléctricas e cercas. 
A intensificação agrícola é particularmente grave devido à substituição dos cultivos de sequeiro por regadio e culturas permanentes.
Habitam zonas abertas, com preferência para estepes, savanas e planícies áridas.
Seus tamanhos, pesos e plumagem, variam dependendda espécie. Passam a maior parte do tempo no solo e são onívoras (VIDE). Vivem solitárias, em pares ou pequenos

grupos familiares.

Angola



Nome popular: galinha da angola. Ave originária da África, galiforme e domestica, sendo a sua carne muito apreciada. As angolas interagem em grupos onde o macho comanda suas fêmeas que não deixam de ser hábeis musicistas. Basta ouvir o seu pipilar para saber imediatamente de que espécie se trata. Aquele piado, como querendo dizer “tô fraco, tô fraco, tô fraco” é muito conhecido.  
Vivem em bandos e constroem ninhos coletivos (a céu aberto) e cuja postura chega a 100 ovos - ninhada. Seus ovos são recomendados pela indústria da confeitaria para a feitura de bolos, gemadas, cucas, maionese, omelete etc. A espécie se adaptou tão bem no Brasil que pode ser encontrada desde os pampas gaúchos até a calorenta Fortaleza, no Ceará. 

Azulona



Nomeação comum a varias espécies Cyanocompsa que ocorre em todo Brasil; coloração geral azul asas e cauda enegrecidas. As fêmeas são pardas, e cujo piado nostálgico é emitido geralmente ao escurecer, sob a forma de quatro notas características. Esta ave foi estudada e documentada por (Cristian Dalgas Frisch) como a rainha da floresta Amazônica.

OBS..
Os pássaros conduzem os homens para o azul, para as águas, para as arvores e para o amor. É Deus quem cuida das aves! (Lc-12, 24).

DETALHE.
Na mitologia greco-romana as aves tiveram uma importância extraordinária. Os gregos acreditavam em agouros e por isto endeusavam determinados tipos de aves. Não faziam nenhum negocio importante sem antes consultar os bulários onde o piri pilar destoado de determinadas aves, era interpretado por bom ou mau agouro. Assim como no Egito, o falcão-peregrino se confundia com deus, o Sol e os Faraós. 

Asa-Branca



Ordem: Passeriforme. Família (Patagioenas Picazuro, uma espécie de pombo também conhecido como pomba-pedrês ou pomba-trocaz).
Interceptada pela seca, escassez de alimento, fome e a falta d’água no sertão, a asa-branca (pombo) serviu de inspiração ao compositor Luiz Gonzaga popularmente conhecido como o rei do Baião. Ao cantar sobre esta ave, ele criou à canção regional intitulada: Asa-Branca, que tornou se um hino na boca do povo nordestino, e que conta com mais de 500 interpretações no Brasil e no mundo.
O tema da canção é uma seca localizada, capaz de fazer migrar até mesmo a ave Asa-Branca a mudar-se "de mala e cuia" para outras terras. E também a um rapaz a mudar de região. Ao fazê-lo, ele promete voltar um dia para os braços do seu amor.

MÚSICA--ASA-BRANCA

Quando olhei a terra ardendo igual fogueira de São João; eu perguntei a Deus do céu,  ai; por que tamanha judiação; eu perguntei a Deus do céu, ai; por que tamanha judiação

Que braseiro, que fornalha; nem um pé de plantação; por falta d'água perdi meu gado; morreu de sede meu alazão; por farta d'água perdi meu gado; morreu de sede meu alazão

Até mesmo a asa branca; bateu asas do sertão; depois eu disse, adeus Rosinha; guarda contigo meu coração; depois eu disse, adeus Rosinha; guarda contigo meu coração

Hoje longe, muitas léguas; numa triste solidão; espero a chuva cair de novo; pra mim voltar pro meu sertão;  espero a chuva cair de novo; pra mim voltar pro meu sertão

Quando o verde dos teus olhos; se espalhar na plantação; eu te asseguro não chore não, viu; que eu voltarei, viu Meu coração; eu te asseguro não chore não, viu; que eu voltarei, viu; Meu coração
(Luiz Gonzaga). 

Azulão






Azulão; ave passeriforme, fringilídea, dos gêneros Cyanocompsa que ocorre em todo Brasil. Coloração geral azul; asas e caudas enegrecidas. As fêmeas são pardas, e se alimentam de insetos, frutas diversas e grãos de cereal.
Está sempre exposta à comunicação visual voando de um lado para o outro, promovendo um espetáculo de encher os olhos. (onomatopéia imitação da voz).
O Azulão é uma ave muito cobiçada pela sua beleza exuberante, cantar bonito, alto e mais rápido que os demais, além de possuir uma cor chamativa.
Por essas características, o Azulão torna-se objeto de desejo dos predadores humanos.
Quase todo brasileiro conhece o Azulão, mas aprisionado em gaiolas, pois na vida selvagem praticamente não existe mais.
Como diz o ditado: pássaro na gaiola não canta, lamenta. Defendemos o fim do comércio de animais e o aprisionamento em gaiolas e jaulas.

Lugar de animal é em seus habitats naturais. O Azulão está praticamente extinto na natureza.

Anu-Preto



Ave cuculiforme, gêneros Crotophaga cujo bico é curto, forte e comprido e fendido profundamente permitindo a caça de insetos durante o voo. Cauda longa e mole, dois dedos para frente e dois para trás, e de coloração preto-ninja predominante. 
Nidifica coletivamente e são vorazes destruidores de insetos, sobretudo de carrapatos por exemplo
Antigamente, baseado na cor, e no voo tosco do anum-preto, as pessoas por vezes acreditavam ser o anum-preto, um agoureiro “de plantão”. 
As pessoas supersticiosas acreditavam que quando o anum-preto arrulhasse ao redor de uma casa, éra  sinal que algo de negativo estaria por acontecer. Afirmavam elas.

Arganas



O arganaz é um ratinho fofinho e delicado (Foto). Ele é uma espécie de roedor (da Palestina); maior que a nossa ratazana: é encontrado em toda a Europa e na região circummediterrênea.
A espécie é considerada pela Bíblia como animais impuros (Lv-11, 5).

“UM POVO FRAGILIZADO”.
O organzás é símbolo de um povo fragilizado. O que é ser “um povo não poderoso”? É ser um povo sem muitos recursos, sem muitas alternativas, sem opções, enfim. E que lição posso aprender com isso? Se não tenho muitos recursos, tenho que aprender a fazer mais com menos, ou seja, ser mais eficiente, evitando desperdícios.

EXEMPLO DE FAZER MAIS COM MENOS.
Se não tenho muitas alternativas, tenho que ser criativo, descobrir novas formas de gerar a energia que necessito para me manter na disputa, e seguir em frente.

O país de Israel vivia no meio de nações hostis, tinha que sobreviver com parcos recursos e, encravado num entremeio de montanhas e desertos, e foi lá, nesse ambiente inóspito, é que foi desenvolvida uma técnica revolucionária de irrigação que, literalmente, mudou a cara da região: o deserto floresceu! É tão boa que é usada com sucesso no Nordeste brasileiro. 

Anu-Branco



O anu-branco (Guira-guira), também chamado rabo-de-palha, é uma espécie de ave da família Cuculidae (subfamília Crotophaginae). É uma das aves mais comuns do Brasil. O anu-branco se alimenta de grandes artrópodes, pererecas, pequenas aves e pequenos mamíferos como camundongos. 
Em épocas de escassez de artrópodes, alimenta-se de frutas, bagas, coquinhos, sementes, insetos, lagartas e cigarras que apanham em pleno voo.

O ninho é construído em forquilhas de árvores a cinco metros do solo. Põe de 4 a 7 ovos de cor verde-marinho com uma camada calcária de alto relevo. 
O ovo tem de dezessete a 25 por cento do peso da fêmea. Fazem ninhos individuais ou coletivos, neste último, sendo encontrados até vinte ovos. Os filhotes abandonam o ninho antes de voar e são alimentados por algumas semanas a mais.

Baleia



O oceano sempre foi um lugar recheado de mistérios, e principalmente é o lugar onde vive o maior numero de criaturas. Basta olharmos um mapa-múndi para nos convencermos disso. É onde se desenvolveram os maiores núcleos de animais marinhos que já existiram; e os que aí vivem atualmente; são poucos diferentes dos que povoaram os oceanos a milênios de anos.
Existe uma infinidade de animais (diferentes) que como sempre exploram a vida a partir da superfície do mar; vivem e se alimentam—d’ele.
Foi a partir do século IX, d.C-muito antes da ecologia entrar na ordem do dia de todos os povos e continentes, que começava os problemas com a caça predatória das baleias assim como a extinção de outros animais de peso-pesado.
Gigante dos mares e extremamente recordista, não há bicho maior e mais pesado do que a baleia-azul. É o maior animal mamífero conhecido. 
São 150 toneladas distribuídas em 30/m, de comprimento (mais que três ônibus enfileirados). Só a língua dela tem o peso de um elefante. Estas criaturas marinhas alimentam-se de peixes e principalmente de plâncton, filtrando-o da água através de partes especiais de seus corpos.

ATRAVÉS DA BÍBLIA.
Teologicamente falando, Deus tomou a forma de um grande peixe (talvez uma baleia), e tragou a Jonas que tentava fugir e por a baixo uma ordem de Deusa a ele conferida. Com isto, o profeta acabou ficando preso no ventre da baleia e do mar—três dias. Ver (Jon-1, 17). [AT].

SABER PERDER, E SABER GANHAR.
Existem no mundo pelo menos dois poderes naturais e distintos; e que não cheira divisão; Um deles é o poder da baleia; monstro marinho que nasceu para ser extremamente grande, e o outro é o próprio mar. O mar é grande, imenso e poderoso porque teve a humildade de se colocar alguns centímetros abaixo de todos os rios do mundo. Sabendo receber, tornou-se grande.

Bicho-Preguiça



Por sua estratégia de sobrevivência e por designação comum, “o bicho-preguiça” faz parte da família dos mamíferos desdentados (bradipodídeos). Detestam a geração do homem Banda-Larga “Os preguiças” são assim chamados pela notável morosidade e lentidão em seus movimentos; são arborícolas, cauda rudimentar, e membros muito desenvolvidos, pelagem densa e longa que, em muito se confundem com as árvores.

Natural da Mata Atlântica e da Amazônia, os “preguiças” passam quase todo o tempo de seus 50 anos de vida (em média) em cima das árvores, onde se alimentam de varias espécies diferentes de vegetação e dormem cerca de 10 horas diárias. 

Buzio



Igualmente pertencentes aos moluscos, os gastrópodes constituem outro dos grupos muito abundantes no registo fóssil. Possuem também uma concha carbonatada, a qual, neste caso, é formada por uma só valva, caracteristicamente enrolada em espiral. Esta concha fossiliza com frequência, quer através de mineralizações, quer através de moldes internos e externos. Conhecem-se muitas espécies de búzios e caracóis fósseis no miocénico e pliocénico de almada, a maioria das quais são marinhas ou, pelo menos, salobras. Contudo, também foram encontrados alguns caracóis terrestres em depósitos do holocéni.
Alguns ornitólogos modernos, afirmam que até hoje pescadores e jangadeiros sopram na concha para anunciar sua chegada ao ponto ou transmitir noticias no mar. A espécie mais utilizada é a Cassis Tuberos, distribuída desde a America do Norte até São Paulo. Sua coloração é branca, com grandes manchas acastanhadas. Concha vultosa solida oval alongada, provida de nódulos. Vive bem em aquários, e é utilizado como alimento, buzina, corneta e trombeta. Comprimento: até 18/cm - da espiral do corpo. Segundo a crença dos índios do Estado do Para, a concha deste animal quando soprada da sorte, pois ela tem a virtude de atrair peixes.

Agradecimentos

A edição de um Blog só se justifica se seu conteúdo interessa ao leitor, o qual prima por conhecimento de algo de seu interese ofereçend...