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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Dragão-Vermelho



Dragões ou dragos (do grego drákon, δράκων) são criaturas presentes na mitologia dos mais diversos povos e civilizações. São representados como animais de grandes dimensões, normalmente de aspecto reptiliano (semelhantes a imensos lagartos ou serpentes), muitas vezes com asas, plumas, poderes mágicos ou hálito de fogo. A palavra dragão é originária do termo grego drakôn, usado para definir grandes serpentes.
Em vários mitos são apresentados literalmente como grandes serpentes, como eram inclusive a maioria dos primeiros dragões mitológicos, e em suas formações quiméricas mais comuns. A variedade de dragões existentes em histórias e mitos é enorme, abrangendo criaturas bem mais diversificadas.
Apesar de ser presença comum no de povos tão distantes como chineses ou europeus, os dragões assumem, em cada cultura, uma função e uma simbologia diferentes, podendo ser fontes sobrenaturais de sabedoria e força, ou simplesmente feras destruidoras.
“Os animais do campo Me glorificarão; os chacais, os dragões e os filhotes de avestruzes” (Is-43, 20). 

Dromedário



Camelo de pescoço curto e de uma só corcova, esse animal chega a pesar 500/k. É pouco veloz (20 km/h) e chega viver 25 anos. O dromedário é animal africano e é muito valorizado pelos nômades. Estes homens se deslocam o tempo todo em seus dromedários.
O dromedário (Camelôs dromedarius) ou camelo árabe distingue-se do camelo bactriano, nativo da Ásia Central, pela presença de apenas uma bossa, contra duas do último. 
A bossa do dromedário não é composta de água (ao contrário da lenda popular), mas sim de gordura acumulada pelo animal em períodos de alimentação abundante, gordura esta que lhe permite sobreviver em condições de escassez.
 O dromedário é um dos maiores mamíferos terrestres cuja altura, medida no alto de sua giba, pode atingir 3/m. Nos dromedários bem nutridos a giba revela-se piramidal, ao passo que nos animais magros ela é quase inexistente.
Seu peso varia entre um máximo de 21/Kg e um mínimo de 2 a 3/Kg. Acredita-se que o dromedário seja originário da Arábia e que o homem provavelmente o teria introduzido na África do Norte. Os monumentos do antigo Egito não mencionam e os autores gregos e latinos também não o consideram como animal típico daquela região. De qualquer modo, é certo que sua domesticação remonta aos tempos pré-históricos.
A coloração da pelagem, muito variável, apresenta em geral uma tonalidade arenosa, mas há dromedários cinzentos, brunos e negros, de pés claros.
Os árabes acham que os negros são de qualidade inferior aos de pelagem clara. Com efeito, é possível que os animais escuros suportem menos o sol. O dromedário só existe em estado doméstico e acha-se muito difundido na África do Norte, no Oeste da Ásia e na Índia. 
Ocorre igualmente nas ilhas Canárias, tendo sido também levado para a Austrália, América do Norte, Itália e sul da Espanha.
A cabeça do dromedário é relativamente curta, com um focinho alongado e proeminente. Os olhos são grandes e dotados de pupila oval, fendida horizontalmente. 
As orelhas mostram-se pequenas e móveis. O lábio superior fendido e pendente excede o lábio inferior. Na parte posterior do crânio encontram-se glândulas, particularmente desenvolvidas no macho, as quais segregam um líquido negro e fétido que se torna mais abundante na época de reprodução.
O pescoço é longo e curto e pançudo. A curva do dorso, que se eleva desde o pescoço até o alto da giba, cai daí para a parte traseira do animal. Sob a pele, logo adiante da giba, há um sulco profundo que constitui um vestígio do que outrora separava as duas gibas dos antepassados longínquos do dromedário.
 Numa corrida entre um cavalo e um dromedário o cavalo leva a princípio vantagem, mas não tardará a perder terreno por não resistir à constância de velocidade do dromedário que, em caso de necessidade, pode trotar durante 16/horas a fio, percorrendo assim, até 140/Km por dia.
Quando convenientemente alimentado e dessedentado, o animal suporta muito bem a fadiga e pode manter essa cadência durante três ou quatro dias consecutivos percorrendo assim, mais de 500/Km.
Com os dromedários de sela ou de carga medíocre tudo é diferente. 
Na melhor das hipóteses, não vão além de 50/Km por dia. Com 150/Kg de carga, avançam em média 4/Km por hora, marcha que podem manter durante 12/horas a fio. E, em boas pistas e se o traseiro não é demasiado chegam a percorrer uns 40//Km por dia. Mas pode-se considerar como comum a média de 25 a 30/Km por dia.
Os camelos do Saara constituem notável exemplo de adaptação à seca. Entretanto não são capazes como quer a lenda, de ficar uma semana ou mais sem beber, exceto no inverno. Nessa época do ano a temperatura do deserto é mais suportável, e uma flora típica surge então.
Os dromedários que comem estas plantas muito suculentas não tem necessidade de água comum a não ser que se exija deles trabalho muito intenso. Além disso, são capazes de beber água salobra que outros mamíferos, como por exemplo, o homem, não poderiam engolir sem sofrer uma desidratação.

“DE MAL COM A VIDA”.
Por ter uma só corcova, queixava-se o dromedário. Um camelo que o ouvia disse-lhe muito zangado:- Pare de se queixar (cara), pois carrego peso dobrado.

Dinossauro



Os temidos dinossauros (carnívoros), principalmente os violentos canibais, eram os que mais medo despertava nos pequenos mamíferos e em dinossauros herbívoros, que quando não tinham como se defender acabavam devorados.
Você que fã de dinossauros; saiba então que ele é uma espécie fóssil de réptil marinho de dimensões gigantescas que habitaram a Terra antes do holoceno, e se conservaram sem perder as caractristicas
essenciais; ramo hoje muito abordado pela paleozoologia e suas escavações arqueológicas.
Considerando aos requisitos da ficção, e dos desenhos animados, diríamos que o dinossauro é sempre o grande personagem, que por sinal adora ser o xodó da criançada.

“CONVERSANDO COM O MEU PÚBLICO INFANTIL”
Alo criançada de todo Brasil , aqui quem fala é o “dinosauro”. “No dia do aniversário, de nossa extinção, vamos dar aquela festa”! Vocês estão convidadas para prestigiar nosso desenho animado. Venham. Local: Jardim Holoceno, Rua Asa-Delta, nº 0001 – Traje: de bicho mesmo— “Beijos”! 

Elefante



Gênero de mamíferos (proboscídeos, e herbívoros) com duas espécies, uma na África e a outra na Índia. A da África atinge cinco metros de altura. As defesas dos elefantes fornecem o marfim. Sua tromba é um prolongamento extensivo do nariz. Com ela o elefante bebe, come, toma banho e se defende. Para o elefante africano, a sua longevidade é de 60 anos, e a sua tara 6,5 toneladas, e a sua velocidade máxima é de 30 km/h.
O elefante já nasce com 100/kg. Os elefantes vivem em manadas as quais são conduzidas por uma fêmea idosa, bramam, e dormem em pé, pois se deitarem corre o risco de machucar membros do seu corpo.
O elefante tem os mesmos órgãos que os outros mamíferos têm, adaptados ao seu enorme tamanho. Ele é também um animal das fabulas. Dizem por aí que o elefante tem boa memória. E você, também tem? Claro que sim - como não!
Até uns cinco mil anos atrás não havia estradas. As primeiras foram abertas pelos animais a começar pelo elefante usado para abrir passagem no meio do mato nas selvas africanas.
Diz uma prosa indiana que o canto do elefante não é nada agradável, e que ele só canta para aborrecer. Mas ele canta tão mal, que põe tampões nos ouvidos para não ouvir o seu próprio canto.

MARFIM—O QUE É?  
Marfim é uma substância dura, branca e opaca que é a massa do dente e dos caninos de animais como elefantes, hipopótamos, morsas, mamutes, etc. Antes do surgimento do plástico, era usado na fabricação de bolas de bilhar, teclas de piano e objetos de decoração. A palavra "marfim" geralmente é associada ao dente dos elefantes.
A China é responsável pelo entalhe e pelo comércio da maior parte dos objetos vendidos no mundo. Devido a uma forte demanda, fomentada pelo aumento de renda na Ásia e pelos costumes culturais, o preço do marfim está muito elevado, e cada vez mais pessoas entram no negócio.  
Em dezembro de 2012, o quilo do marfim bruto na Bacia do Congo valia 300 dólares (R$590) e na China 2.900 dólares (R$5.700). Um pequeno pingente era vendido por cerca de 800 dólares (R$1.570) em lojas chinesas.  
Elefantes estão correndo risco de extinção, assim como rinos, girafas, leões, gorilas, todos os grandes animais da África.  
Se os governos não enfrentarem seriamente o problema da caça clandestina e controlarem isso com mão de ferro, principalmente no caso de elefantes e rinocerontes, em mais alguns poucos anos já não se poderá salvar essas espécies. Para uma população ser viável, é preciso um número mínimo de indivíduos que garanta a diversidade genética. Abaixo desse número, a viabilidade da espécie fica comprometida.
O QUE É - O QUE É?
Do nariz ele não se queixa, mesmo que pudesse reclamar; seu problema é as orelhas, que tão grandes não precisavam ficar! Quem é ele? É o elefante. 

Escorpião


Nomeação comum aos animais artrópodes, escorpionideos, providos de 12 segmentos abdominais, dos quais os cinco posteriores formam com o telso uma cauda terminada em aguilhão; através do qual é inoculada a peçonha; lacrau. Baleias, golfinhos, tartarugas e “os preguiça” são alguns animais que ao serem anunciados como ameaçados de extinção nos levam a lamentar imediatamente. Mas o que você sente quando fica sabendo que um escorpião está sob-risco de desaparecer do mapa? - Alivio? - A resposta é só sua.
A picada do escorpião é grave podendo ser fatal. Pequena porcentagem das vitimas, em geral são crianças, vem a falecer quando não são tratadas com Soro-Terapia. 

Ema

A ema é de dorso bruno-cinzento parte inferior mais clara, e com três dedos nos pés, e asas atrofiadas, a ema vive em bandos. Alimenta-se de frutos e grãos, e toda sorte de pequenos animais. Ela chega a atingir 1.30/m de envergadura. A ema é uma ave corredora que vive nas planícies da América do Sul, do Brasil até o sul da Argentina, vive nas regiões campestres e nos cerrados.
Embora possua grandes asas, ela não voa. Usa as asas para equilibrar-se e mudar de direção na corrida. Se fizer muito calor, a ema dorme durante o dia e sai à noite para alimentar-se de insetos, roedores, répteis, capim e sementes.
Bebe pouca água. Suas penas são usadas para decoração. Sua carne, embora muito mole, é comestível. É considerada a maior ave brasileira. Em outubro, no começo da época de acasalamento, o macho reúne um harém de cinco ou 6 fêmeas, escolhe um território e faz o ninho.
Em liberdade, as emas vivem em grupos mais ou menos grande. Na época do acasalamento, os noivos abrem as asas e dão os seus passos de dança. Também cantam à moda deles para as noivas (as notas do canto parecem roncos).
Quando o ninho está cheio de ovos, cerca de uma dúzia, ele afasta as fêmeas e começa a chocá-los. Os filhotes saem seis semanas depois e são cuidados pelo pai. Em dois anos estão adultos. Os ovos são brancos e pesam 600 gramas.
Os que não vingam são colocados para fora do ninho e, ao quebrarem, atraem muitas moscas, cujas larvas, posteriormente, irão alimentar os filhotes. Esta espécie é onívora, ou seja, come de tudo: sementes, folhas, frutos, insetos, roedores, moluscos, terrestres e outros pequenos animais.
Além disso, a Ema come muitas pedrinhas, que servem para facilitar a trituração dos alimentos. E, devido a este hábito, ela não resiste à tentação de engolir também outros objetos miúdos. A ema está na lista dos animais que estão em perigo de extinção. 

Escaravelo



Inseto coleóptero, coprófago, dos escarabeídeos, que vivem de excrementos de mamíferos herbívoros. As fêmeas de certas espécies preparam uma bolinha de incremento, na qual põem o ovo, e que enterram depois de empurrá-lo por certa distancia, o que lhe incentivou o nome popular: [rola-bosta].

ESO-CALOSOMA.
Calosoma é um gênero de besouros da família Carabidae adéfagos. Há cerca de 50 espécies. Eles são grandes besouros (preto) com brilho metálico. Têm glândulas que produzem um odor fétido que usam como defesa. Eles se alimentam de lagartas, elas são utilizadas como controle biológico, foram introduzidas em alguns lugares, contra as pragas, como procesionaria. Portanto, eles são considerados insetos benéficos. 
No passado remoto, eles simbolizavam a vida eterna e a ressurreição. Na mitologia egípcia, o escaravelho sagrado estava relacionado com deus Khefri, responsável pelo movimento do Sol, arrastando-o pelo horizonte; no crepúsculo, o sol (ou o deus ) morria, e ia para o outro mundo (representado pelo oeste); depois, o escaravelho renovava o sol no amanhecer. 

Esperança

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A Família Tettigoniidae inclui os insetos conhecidos vulgarmente como esperanças. Ela é um inseto de antena setácea, geralmente mais longa que o corpo, pernas espinhosas, e ovipositor ensiforme. e tem de ordinário, cor verde.
Estes insetos têm hábito de vida noturno, produzindo um som semelhante ao das cigarras, porém as cigarras são diurnas. As esperanças apresentam camuflagem, sendo que o par de asas anterior, pergamináceo, assemelha-se com folhas.
Apesar de serem filófagos, estes insetos não possuem importância econômica por não atacarem lavouras.
Há na cultura popular a crença de que o pouso deste inseto em uma pessoa lhe trará boa sorte, ou se encontrá-lo morto é presságio de mau-agouro.
A vida adulta da esperança só dura um verão. Quando chega o inverno, ela morre por causa do frio. Mas no fim do outono, antes de morrer, a fêmea põe ovos na terra, e estes conseguem sobreviver no frio do inverno. Na primavera, os filhotes da esperança - ou ninfas - emergem dos ovos. Durante todo o verão, as esperanças comem e crescem.

ESPERANÇA--O QUE É?
A palavra esperança é formada através da união de duas outras:Espera + Dança.
Há leigos (no assunto) que afirmam que a “Esperança” há muito tempo já perdeu sua data de validade, e por isto ela deixou de ter a grandeza que lhe fora atribuída como uma das três principais virtudes teologais encontrada em (I-Co-13, 13). 
Aliás, as pessoas estão exaustas de saber que ter esperança é o ato de esperar, confiantemente, que algo que você deseja aconteça de verdade, (Aurélio) mas, no final você sempre dança. Afirmam elas.
Porém, o que poucas pessoas sabem, “Esperança" é uma substancia anti-quimica produzida pelo próprio corpo humano, que serve para deixar o indivíduo mais lesado do que já é habitualmente. O efeito básico dessa antidroga é o excesso de confiança de que tudo vai dar certo, mesmo a realidade indicando o contrário.
A overdose deste subterfúgio lança o indivíduo em um estado emocional no qual tudo é motivo para sorrir, mas, no final das contas, só serve mesmo para fazê-lo acreditar que está no nível mais alto da pirâmide, para quando tudo der errado, a queda ser bem maior.
Além disso, a “Esperança” deixa as pessoas com cara de “Nossa”! Descobri a “cura da AIDS, da Gripe Suína, e de todos os outros males da humanidade”. Mesmo sem terem feito nada disso!  Existem aqueles que vivem rindo à toa, sem motivo aparente, parecendo uns paranormais. Então, esses tais, estão suspeitos de estar emocionalmente desequilibrados e chapados pela poderosa esperança. É o que afirma os entendidos no assunto. 

Faisão



Ave galinácea notável pela excelência da carne e, chique pela beleza da plumagem, e da qual existem diversas espécies, ele é uma das mais belas aves da Himalaia (Nepal). É o orgulho (internacional) sagrado dos moradores da região. O faisão monal ou faisão-eperonier (Polyplectron bicalcaratum) é o pássaro nacional de Mianmar outrora conhecida como Birmânia. O eperonier e suas cinco subespécies podem ser encontrados nas florestas tropicais em todo Sudeste Asiático. O faisão-eperonier tem sido amplamente criado como ave exótica em cativeiro e é possível encontrar exemplares espalhados por todo o mundo, dada sua fácil adaptação em praticamente todos os países de clima tropical e sua beleza exótica.
Infelizmente, sua beleza atraiu traficantes que os retiravam da natureza para vender como animais de estimação. “Se o seu bichinho de estimação adoece, a persistir o sintoma, o Veterinário deverá ser consultado”.

CRIAÇÃO ORNAMENTAL
Para a criação bem sucedida dessa espécie de faisão, é necessário um viveiro relativamente pequeno, se comparado às determinações necessárias para a criação da maioria das outras espécies. O tamanho mínimo para a implantação de um viveiro para o eperonier é de 2/m x 4 m x 2/m de altura, metade coberto para a proteção contra intempéries e com piso de areia. Sua postura varia entre oito a doze ovos, que eclodem em média em 21/dias. 

Flamingo-Maranhão



Ave ciconiforme, dos finicopteridea, (pernalta e pesqueira) que vive nas costas atlânticas subtropicais da América do Norte, das Antilhas, e da costa setentrional da América do Sul, desde as Guianas até o estuário do rio Amazonas: coloração rosada, rêmiges pretas, e penas dos ombros de um encarnado vivo. Na hora de pescar, o flamingo mergulha a cabeça dentro d’água, deixando-a virada para baixo. Nessa posição, ele movimenta a parte inferior do bico para cima e para baixo coletando com isto pequenos peixes que serve lhe como alimento.

DETALHE:
Se criadas em cativeiro, (não adianta insistir) estas aves não se alimentam fora do horário (por elas) estabelecido. 

Federal



Embora ele seja um “cidadão” da Flora Uruguaia, o federal é muito parecido ao nosso “soldadinho do brejo”. O federal é uma ave chique e de beleza rara, de cabeça bem vermelha o corpo de cor preta-ninja, que simboliza o soldado sempre alerta para defender a independência de suas terras.

FEDERAIS.
(Passeriformes - Icteridae: holosericeus Amblyramphus).
Talvez a minha foto favorita. Não só é uma ave espetacular. Também é indescritível a fotografar ea espécie está em sério declínio. Surpreendentemente, ainda é possível, no subúrbio norte de Buenos Aires, em Acassuso, que habitam as savanas costeiras do Rio de la Plata, a cuidar de seus filhotes. A sua presença aqui é devido à existência de North Shore Livro restantes pequenas áreas de costa ainda não preenchidas, onde estas ervas crescem. A cor escarlate é tão intensa e brilhante que encanta que observou - pela primeira vez ou não - mesmo em dias nublados, quando estão mais expostos.
Geralmente esta ave está presente nas pradarias e pastagens, mas nem sempre é visível, muitas vezes o visitante deve estar em conformidade para ouvir o seu canto musical, um apito estridente bem no ouvido, com glissando para baixo a um La Reconhecer a música é importante, uma vez que o Federal gastar muito tempo escondido na grama alta e exposta a vocalizar: assim se pode ouvir é provável que também observá-lo. 
Lembre-se: você que é empreendedor rural (Portenho) deve preservar pradarias ou pastagens a fim de que seja perpetuada as espécies do “Federal”. “Aqui por quase todo o extremo Sul e países irmano limítrofes, o Faisão se alimenta de Salvia guaranítica, uma bela planta (Portenha) selvagem nativa”. 

Agradecimentos

A edição de um Blog só se justifica se seu conteúdo interessa ao leitor, o qual prima por conhecimento de algo de seu interese ofereçend...